Quebre paradigmas
Se há um conselho universal é este: “quebre paradigmas”.
Não há nada mais chato nesse mundo do que manter as coisas do jeito que estão. Manter o status quo é a coisa mais broxante que o ser humano pode fazer.
Gosto tanto de quebrar paradigmas que estou virando praticamente um consultor no assunto. Pelo menos nas últimas semanas tenho me impressionado com a quantidade de pessoas que me procuram só para eu lhes dizer para jogar tudo que fizeram fora e “pensar fora da caixa”.
Quebrar paradigmas significa considerar que tudo que pensamos ser fixo é na verdade altamente flexível. Se alguém exclamar algo como “mas nunca ninguém tentou algo assim”, você está no caminho certo da quebra de paradigmas.
Por que carros precisam de quatro rodas? Por que não 6, 8 ou 26? Por que seu notebook precisa de mouse ou ainda por que ter um notebook? Por que lavar a louça com esponja e detergente? Quebrar paradigmas é reconsiderar pequenas coisas que tomamos como certas no dia a dia.
Mas cuidado: quebrar paradigmas requer responsabilidade e criatividade. Simplesmente destruir algo estabelecido sem uma alternativa no mínimo à altura não é romper com um paradigma mas sim tropeçar numa idéia fraca.
